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Convocação da Inglaterra para a Copa de 2026

Inglaterra já divulgou a sua lista de convocados para disputar a Copa do Mundo e, como não poderia ser diferente, Tomas Tuchel surpreendeu

A convocação da Inglaterra para a Copa do Mundo de 2026 foi uma das mais polêmicas. O técnico Tomas Tuchel surpreendeu e, na lista de 26 nomes, apresentou novidades e criou polêmica ao deixar nomes de peso de fora. Fato é, que a England desembarca no Mundial com sede de título para quebrar um jejum que dura de 1966.

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Diferente de outros Mundiais, a Inglaterra vem de campeonatos mais sólidos. Mesmo sem vencer títulos, bateu na trave com dois vices da Euro e, de quebra, teve uma semifinal da Copa do Mundo em 2018. Sendo assim, desembarca sob a atenção do mundo da bola que espera um futebol agradável na Terra do Tio Sam. Veja abaixo a lista:

Goleiros

Dean Henderson (Crystal Palace)

Jordan Pickford (Everton)

James Trafford (Manchester City)

Defensores

Dan Burn (Necastle)

Marc Guéhi (Manchester City)

Reece James (Chelsea)

Ezri Konsa (Aston Villa)

Tino Livramento (Newcastle)

Nico O’Reilly (Manchester City)

Jarell Quansah (Bayer Leverkusen)

Djed Spence (Tottenham)

John Stones (Manchester City)

Meio-campistas

Elliot Anderson (Nottingham Forest)

Jude Bellingham (Real Madrid)

Eberechi Eze (Arsenal)

Jordan Handerson (Brentford)

Kobbie Mainoo (Manchester United)

Declan Rice (Arsenal)

Morgan Rogers (Aston Villa)

Atacantes

Anthony Gordon (Barcelona)

Harry Kane (Bayern de Munique)

Noni Madueke (Arsenal)

Marcus Rashford (Barcelona)

Bukayo Saka (Arsenal)

Ivan Toney (Al-Ahli)

Ollier Watikins (Aston Villa)

Possíveis surpresas

A lista entrega nomes que são conhecidos do torcedor inglês e, principalmente, dos fãs da Premier League. Sendo assim, é aguardado um desempenho de alto nível de jogadores como Anthony Gordon, agora do Barcelona, e Ollier Watikins, do Aston Villa. A dupla anotou gols importantes e ajudaram suas equipes.

A nota positiva é que devido ao bom momento deles, o ataque pode ser considerado um dos melhores da competição. Aliado a isso, os dois podem municiar Harry Kane, quem e é o grande nome da equipe e briga pelo posto de melhor jogador do mundo.

Antes de encerrar o sistema ofensivo, é necessário citar Ivan Toney. Aos 30 anos, o centroavante do Al-Ahli, da Arábia Saudita é um dos nomes mais curiosos do grupo. Nos últimos quatro anos atuou no mundo árabe e o grande temor é que a sua competitividade não esteja tão apurada. Em seu clube, ele participou de 32 jogos na última temporada e marcou 32. Na seleção inglesa, ele tem sete jogos e anotou um gol. 

No meio-campo, Declan Rice e Elliot Anderson despontam com muito entusiasmo, já que fizeram uma temporada positiva pelos seus clubes. Ou seja, o setor é visto com muita observação pela comissão técnica.

No sistema defensivo, um nome que chamou a atenção é Nico O’Reilly. O lateral-esquerdo ganhou espaço no City de Pep Guardiola e se credenciou como uma das promessas da Copa do Mundo. No gol, Pickford deve ser mantido no posto de titular.

Quem ficou de fora?

A convocação da Inglaterra para a Copa do Mundo foi tema de debate entre os amantes do futebol. Nomes como Cole Palmer, Phil Foden, Harry Maguire, Alexander-Arnold e até mesmo Gibbs- White foram preteridos por Tomas Tuchel.

Importante citar, que as vésperas da convocação, o treinador procurou os nomes que foram cortados da relação e bateu um papo por telefone. Inconformados, os jogadores resolveram vazar a notícia. Um deles foi Harry Maguirre, que não engoliu ser impedido de jogar uma nova Copa do Mundo e detonou na rede social.

Conclusão

A convocação da Inglaterra foi um dos temas que mais geraram polêmicas nas últimas semanas. Tomas Tuchel apresentou um lastro de confiança ao longo do ciclo e entende que pode segurar a pressão. Isto posto, o cargo, atualmente seguro, pode balançar em caso de falta de futebol na Copa do Mundo.

Vale lembrar, que ao longo das Eliminatórias, a Inglaterra apresentou uma das melhores campanhas. Porém, os amistosos finais de preparação mudaram muita coisa. Talvez os últimos dois jogos, empate com o Uruguai e derrota para o Japão, fizeram o treinador repensar.

Por fim, com ou sem polêmicas, nos Estados Unidos, a meta da Inglaterra é quebrar a seca de 60 anos sem soltar o grito de campeão.

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